quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Cinco Motivos Científicos Para Tirar Férias






Tá difícil dar uma pausa no trabalho e nos estudos? Então é melhor você se virar e arranjar tempo para descansar seu corpo e mente. Por uma questão de saúde.

Não é exagero. Pesquisadores da Universidade de Pitisburgo acompanharam 12 mil homens durante os anos de 1992 a 2000. Todos eles faziam parte de um grupo com alto risco de desenvolver algum tipo de doença cardíaca. Quem que não costumava tirar férias pelo menos uma vez ao ano corria 32% mais risco de morrer de infarto. Aliás, segundo a pesquisa, essas pessoas estavam realmente mais perto da morte – tinham um risco 21% maior de falecer por qualquer outra causa.

Essa melhora na saúde se deve ao gostinho de felicidade e paz que as férias trazem. Na Holanda, pesquisadores analisaram os índices de felicidade de 1,5 mil cidadãos. Entre eles, 1 mil tiraram um descanso e realmente ficaram mais felizes… mas só até o fim das férias. De qualquer forma, já é um refresco para o corpo – e suficiente para manter a sanidade nos meses seguintes.

Mas, calma, isso não quer dizer que as férias não são assim tão boas. Em 2006, a Alertness Solutions, uma empresa de consultoria científica, convidou 15 passageiros, que voavam de férias dos Estados Unidos até a Nova Zelândia, para uma pesquisa. Eles usaram um dispositivo eletrônico no pulso, que iria monitorar a quantidade e qualidade do sono, 3 dias antes e 3 dias depois da viagem. Depois de alguns dias de férias, as pessoas ganhavam uma hora extra de sono de qualidade. E o reflexo melhorava até 80%. Quando voltavam ao trabalho, aquela hora extra de sono virava só 20 minutos. Ainda assim, os momentos de sono profundo eram maiores do que antes da viagem.

Outra coisa, você vai trabalhar muito melhor depois de um descanso. Foi o que aconteceu com os holandeses. Diz a pesquisa que, depois das viagens de férias, os trabalhadores melhoraram o desempenho no serviço em até 25% (mas tirar só dois ou três dias não vai ajudar em nada). E quer saber mais? Você ainda vai ter menos desentendimentos com os colegas de trabalho, além de diminuir os erros e os momentos de raiva – é o que diz um estudo do Families & Work Institute.

É, uma delícia. Mas você ainda está longe de curtir a vida mansa? Não se preocupe, é só pensar na próxima viagem. A dica é daquela mesma pesquisa dos holandeses: só o fato de planejar as próximas férias deixava os participantes bem mais felizes… por até 8 semanas!
E aí, pronto para as próximas férias?

Fonte: Superinteressante/Carol Castro



segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Treino Para Mentiroso?







Dá para virar um “bom” mentiroso e fazer qualquer pessoa acreditar em tudo que você diz. É só uma questão de treino. Convença seu cérebro sobre a verdade daquela mentira e pronto, todos vão cair no seu papo.

Foi o que descobriu um estudo da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos. Eles dividiram os voluntários em dois grupos: uma turma teria de criar na hora uma mentira e contá-la rapidamente, enquanto o outro teria tempo para inventar e treinar a lorota – e ainda receberam orientações dos pesquisadores. Quando passaram pelo detector de mentira, os membros do segundo grupo não mostraram nenhuma diferença enquanto mentiam ou contavam histórias verdadeiras.

Isso acontece porque o cérebro entra em conflito quando você precisa contar uma mentira – ele sabe qual é a resposta correta, mas você o obriga a ir pelo caminho errado. Essa briga interna deixa as coisas mais lentas: você demora mais para contar uma mentira do que uma história verdadeira. E ainda comete bem mais erros (é difícil acertar todos os detalhes da mentira, não é?). Aí o detector de mentira, ou seus amigos, descobrem a farsa.

Mas com treino e agilidade, os voluntários da pesquisa conseguiram passar a perna nos detectores. Mesmo o pessoal do primeiro grupo, que só foi instruído a contar de forma rápida a história, enganou o computador algumas vezes. “Nós descobrimos que a mentira é muito maleável e pode ser aprimorada com técnicas intencionais”, explica Xiaoging Hu.

Só que o teste foi feito só com máquinas. Enganar pessoas (principalmente amigos) deve ser um pouquinho mais complicado. Sem contar que faz mal pra saúde…(http://eliezersaibatudo.blogspot.com.br/2012/09/mentir-faz-mal-pra-saude.html)



Fonte: Superinteressante




sábado, 8 de dezembro de 2012

Má Postura Aumenta O Estresse!






Antes de começar a ler esse post, preste atenção na sua postura. Como você está sentado? Se estiver todo relaxadão, quase caindo da cadeira, é melhor se endireitar. A não ser que você queira se sentir mais cansado e deprimido…

É a recomendação de uma pesquisa da Universidade Estadual de São Francisco, nos Estados Unidos. Os pesquisadores convidaram 110 alunos para fazer os testes. Metade deles teve de caminhar por um corredor com a coluna um pouco curvada, enquanto a outra parte passou saltitante pelo mesmo lugar. Em seguida, todos completaram um questionário com perguntas sobre humor e depressão. A turma dos encurvados reportava muito mais tristeza e cansaço do que os outros.

“É muito semelhante ao princípio do ‘finja até conseguir’ – você pode convencer seu corpo a ter mais energia”, explica Erik Peper, um dos autores da pesquisa.

E esse não é o único estudo que mostra uma relação entre a postura e o estado emocional. Outra pesquisa da Universidade de Harvard mostrou que quando as pessoas mantêm a espinha reta e os ombros abertos, o nível de cortisol (hormônio do estresse) diminui até 25% e a testosterona sobe até 20%. Já quem anda ou senta meio curvado fica até 15% mais estressado e com 10% a menos de testosterona.

Vai vendo, dá quase para dizer que sua postura pode te deixar com mais ou menos vontade de fazer sexo, já que a testosterona é quem comanda a libido.



Fonte: Carol Castro/Superinteressante




quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Crianças Além do Peso!





Um documentário da BBC mostra porque nossas crianças andam muito acima do peso.

Algumas das crianças entrevistadas no documentário brasileiro Muito Além do Peso não têm mais do que 7 anos de idade. Mas suas fichas médicas se parecem com a de uma pessoa de meia-idade e bastante sedentária.

Pressão alta, colesterol elevado e diabetes tipo 2, problemas no pulmão e no coração são apenas alguns dos males que afetam esses meninos e meninas.

Em 84 minutos, a diretora Estela Renner e o produtor executivo Marcos Nisti procuraram mostrar o impacto da epidemia de obesidade infantil no Brasil pelo prisma das próprias crianças.

Muitas das crianças entrevistadas não reconheciam frutas, mas conheciam marcas de salgadinhos
"O holofote aqui está todo na vítimas, porque a criança está sozinha nessa discussão, enquanto as pessoas ficam debatendo de quem é a culpa", disse Nisti.

Ao longo do documentário, há cenas de crianças que não reconhecem uma cenoura ou um mamão, mas conhecem todas as marcas de salgadinhos e bolachas recheadas.

Muitos meninos contam ficar sem fôlego ao brincar ou correr e dizem preferir a televisão a atividades físicas. Por dia, as crianças brasileiras passam em média três horas na escola e cinco diante da televisão, de acordo com dados do Ibope e da FGV citados no filme. ( Eu acrescentaria ainda muito tempo em frente ao computador )

O filme cita ainda outros dados numéricos, como o fato de 56% dos bebês brasileiros tomarem refrigerante frequentemente antes do primeiro ano de vida, segundo a Unifesp. Chefs e especialistas brasileiros e internacionais em nutrição e saúde da criança também são entrevistados no documentário.

Estela e Nisti afirmam que procuraram não apontar apenas um culpado pela epidemia, com entrevistas que questionam o papel da publicidade em produtos infantis, a falta de orientação por parte dos pais e a omissão das escolas.

Assista o vídeo na íntegra: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/12/121203_alem_peso_mdb.shtml


Fonte: Mariana Della Barba e Jessica Fiorelli/BBC Brasil

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Atrizes pornôs felizes?





Não, amigos, elas não se sentem mal por trocar sexo por dinheiro. Pelo contrário, se sentem melhor e mais confiantes do que a maioria das mulheres. Duvida? É só dar uma olhada nessa pesquisa realizada por universidades americanas e pela Fundação de Assistência Médica à Indústria Adulta.

Os pesquisadores compararam 177 atrizes de filmes adultos a outras mulheres de fora da indústria pornô, que tinham a mesma idade (de 18 a 50 anos), status de relacionamento e pertenciam às mesmas etnias. Eles as entrevistaram para pegar informações sobre comportamento sexual, autoestima, qualidade de vida e uso de drogas. As atrizes voluntárias trabalharam, em média, três anos e meio com pornografia.

E elas parecem ter uma vida mais feliz do que as “mulheres comuns”. Segundo a pesquisa, as atrizes pornôs têm melhor autoestima, gostam muito mais do próprio corpo do que outras mulheres, níveis mais altos de espiritualidade (será mesmo?), maior satisfação sexual e melhor qualidade de vida (dormem melhor e têm mais energia).

Como sexo é profissão, não faz sentido ser careta na cama. E é por isso que elas entram na vida sexual um pouco antes, em média com 15 anos, enquanto as outras mulheres perdem a virgindade aos 17. Se essa diferença não é assim tão gritante, o número de parceiros ao longo da vida chama muito mais atenção: as atrizes transam, em média, com 74 homens (e preferem que eles tenham uma experiência mínima de 21 mulheres), enquanto as outras moças, têm só 5 homens na vida (e esperam que tenham tido pelo menos 3 mulheres). E elas se divertem mais com sexo: 69% das atrizes dizem gostar muito da vida sexual e só 32,8% das mulheres comuns dizem o mesmo.

Mas nem todas as estatísticas não são assim tão favoráveis às atrizes. Elas realmente usam mesmo mais drogas e têm mais problemas com alcoolismo.
E aí, ficou surpreso?

Fonte: Carol Castro/Superinteressante


domingo, 2 de dezembro de 2012

Os Órfãos do Mundo!







Órfãos famintos no Haiti.



O sofrimento de crianças que não têm pais tem aumentado vertiginosamente no mundo todo. Entre as muitas causas para que isto aconteça, estão as guerras civis em muitos países da África,  as guerras nos países do Oriente Médio e principalmente a Aids que assola impiedosamente os países da África subsaariana.

Uma pesquisa recente revelou que os anos de guerra no Iraque deixaram entre 800 mil e 1 milhão de crianças órfãs, sem um ou os dois pais. Aqui não está computado o número diário de homens que morrem na Síria e na recente crise entre Israel e os palestinos.

De acordo com agentes humanitários, o número é uma estimativa conservadora que não corresponde às milhares de crianças crescendo à sombra da violência no país.
Saif, de 12 anos, perdeu o pai e a mãe em um ataque a bomba – no qual ele também ficou ferido – na província de Diyala, em 2005.

"Eu não lembro o que aconteceu", ele diz, em voz baixa. "Eu era pequeno. Um homem chegou e me levou para outro lugar, e depois me disse o que tinha acontecido com meus pais. Não há vida quando você perde seu pai e sua mãe", conta o menino.

Saif está sendo criado em um orfanato particular onde, apesar do trauma que enfrenta, joga videogame e canta, além de sonhar em se tornar um ator quando crescer.
A verdade é que ninguém sabe ao certo o número exato de crianças iraquianas que, como Saif, foram deixadas órfãs graças à violência no país.

Brasil


De acordo com dados do Fundo da ONU para a Infância (Unicef), 3,7 milhões de crianças brasileiras são órfãs de pai ou de mãe. O Brasil está na nona posição entre os países em desenvolvimento com o maior número de órfãos no mundo. Entre as causas relacionadas a esse número tão espantoso está a crescente violência devido ao tráfico de drogas e as guerras entre a polícia e os grupos organizados de traficantes tanto em São Paulo como o Rio de Janeiro. Isso sem falar em outras cidades que não são muito noticiadas, como Salvador, onde o tráfico tem crescido de maneira também alarmante.

 Os dados do Unicef de 2006 revelam ainda que a perda do pai no Brasil é muito mais freqüente que a da mãe para muitas crianças. No total, cerca de 3 milhões de crianças no País sofreram a morte do pai. Entre os órfãos de pai e mãe, o número chegaria a 150 mil.(dados de 2006, mas que certamente aumentaram nos últimos seis anos!)

 O maior número de órfãos, no entanto, está na Índia com mais de 25 milhões  mas os países onde a Aids tem forte incidência contam com números cada vez mais expressivos de órfãos.

Entre os países que mais contam com órfãos está também a China, com 20 milhões, seguida pela Nigéria com 8,6 milhões, Indonésia com 5,3 milhões, Etiópia com 4,6 milhões e Bangladesh com 4,4 milhões de órfãos. Segundo o Unicef, o fenômeno não apenas tem um efeito psicológico devastador para essas crianças, como a profunda a pobreza em muitas regiões.


 Órfãos na Índia

Mundo

No total, cerca de 15,2 milhões de crianças em todo o mundo perderam seu pai ou mãe apenas por conta da Aids. 80% desses casos estão na África. No total, cerca de 2,3 milhões de crianças estão contaminadas pela Aids em todo o mundo. 380 mil crianças com menos de 15 anos morreram em 2006 por causa da doença e 530 mil novos casos foram registrados entre essa parcela da população.

Para o Unicef, cerca de US$ 30 bilhões serão necessários para reverter a situação de vulnerabilidade das crianças no mundo e, se nada for feito para frear o avanço da Aids, o número de órfãos da doença pode chegar a 25 milhões em 2013. (Arrisco que esse número poderá dobrar!)

O pior é que não tem sido feito muito progresso em procurar erradicar esse problema no mundo. Embora a ONU tenha lutado para lançar políticas que possam pelo menos amenizar o dilema dessas crianças, ainda muito precisa ser feito, principalmente como  atacar as causas que criam esse problema tão devastador para as crianças do mundo todo!

Isso só será possível o dia que o homem entender que o egoísmo é a causa principal dos principais problemas mundiais. Onde se colocam em primeiro lugar a soberania de suas nações, a busca incessante pelo poder tanto bélico como econômico e a supremacia de uma raça sobre a outra.

Eli.


Artigo baseado na BBC



sábado, 1 de dezembro de 2012

Profissões que mais atraem psicopatas.




Seu chefão pode ser um deles. Já pensou como a presidência de uma empresa dá poder a qualquer pessoa? E é exatamente isso que psicopatas procuram: poder.
Mas os presidentes não estão sozinhos nessa. Outras profissões oferecem perigo. Dá uma olhada na lista das profissões preferidas pelos psicopatas, segundo pesquisa do psicólogo Kevin Dutton, da Universidade de Oxford:
1. Presidentes de empresa
2. Advogados
3. Profissional de rádio e tevê
4. Vendedor
5. Cirurgião
6. Jornalista
7. Policial
8. Pastores e padres
9. Chef de cozinha
10. Funcionários públicos
O motivo é um pouco óbvio. Psicopatas são pessoas sem coração, toleram mais estresse, não sentem muita empatia, são frias, egocêntricas, manipuladoras, impulsivas e antissociais. E essas profissões/cargos aí de cima exigem tomadas de decisões frias e objetivas. Aí os psicopatas se dão bem.
Mas quando a profissão exige um contato mais caloroso e humano, sem dar status ou poder, os psicopatas preferem ficar longe. Olha só a lista dos trabalhos com menos gente do mal:
1. Cuidador (aquele pessoal que cuida de idosos)
2. Enfermeira
3. Terapeuta
4. Artesão
5. Estilista
6. Voluntários
7. Professor
8. Artista
9. Médico (exceto cirurgiões)
10. Contador
E aí, deu vontade de mudar de profissão?


Fonte: Carol Castro/Superinteressante