quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

E segue a matança no Oriente Medio!

 

Pelo menos 109 jihadistas morreram nesta segunda-feira (26) no Iraque e na Síria em bombardeios da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos e em choques com as forças de segurança e o exército. No norte do Iraque, 90 membros do grupo Estado Islâmico (EI) morreram e outros 38 ficaram feridos, oito deles em estado grave, em bombardeios da coalizão internacional e em choques com as forças curdas na província de Ninawa.

O chefe da comissão de segurança desta província, Mohammed al Bayati, disse à Agência Efe que o centro de medicina legista local recebeu mais de 90 corpos de jihadistas caídos nas áreas de Al Kask, Tal Afar, Zemar e Sinjar, localizadas ao oeste de Mossul, capital de Ninawa.

Bayati acrescentou que alguns corpos estavam carbonizados como consequência dos bombardeios da coalizão internacional contra as posições do EI ao oeste de Mossul. Além disso, pelo menos 19 membros do EI morreram em combates contra o exército sírio nas imediações do aeroporto militar da província de Deir ez Zor, no nordeste da Síria.

Segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos, sete dos radicais mortos são estrangeiros, alguns deles árabes. Após estes enfrentamentos, as forças governamentais conseguiram recuperar o controle de um campo agrícola situado ao norte da base aérea. Por enquanto, os meios de comunicação oficiais sírios não confirmaram estas informações.

A população civil é que mais sofre!

O aeroporto militar, que está situado nos arredores da cidade de Deir ez Zor, é um dos poucos pontos da província que seguem em poder do regime. A coalizão, liderada pelos Estados Unidos e integrada por vários países árabes, bombardeia desde setembro do ano passado posições dos extremistas nesses dois países.



Fonte: R7 Noticias




Chocolate - Razões para consumir!


   

O fato de chocolate ser uma delícia não afasta sua culpa ao devorá-lo? Tudo bem, a ciência vai deixar sua consciência mais leve.  Confira essa lista de bons motivos para comer chocolate sem qualquer remorso.

DEIXA VOCÊ MAIS INTELIGENTE
Um grupo de 60 idosos passaram por testes iniciais para medir a capacidade de raciocínio e memorização. Aí todos precisaram fazer uma mudança na dieta: todos os dias, durante um mês, teriam de tomar duas xícaras de chocolate quente. Um desafio e tanto. Só que havia uma diferença. Metade dos velhinhos tomou uma bebida diferente, com baixo teor de flavonoides (substância presente em níveis altos no chocolate amargo), enquanto os outros ingeriram uma quantidade grande desse composto. Bem, ao fim dos 30 dias, eles refizeram os testes.  E aí vem a notícia mais maravilhosa do estudo: todos os 60 velhinhos se saíram melhor. O chocolate, com concentrações baixas ou não de flavonoides, melhora o fluxo sanguíneo no cérebro. Aí você fica mais ligeiro.

FAZ BEM AO CORAÇÃO
Mas o chocolate amargo (com 70% a 80% de cacau)leva a melhor quando o assunto é o coração. Pesquisadores australianos examinaram dados de 2 mil pessoas com pressão alta e predisposição para desenvolver doenças cardíacas. Consultaram também quanto consumiam de chocolate por dia. E… prepare-se: concluíram que consumir 100 gramas de chocolate amargo POR DIA pode reduzir sua pressão sanguínea. Se todo mundo adotasse essa dieta, até 10,5 milhões de derrames e 49 milhões ataques cardíacos leves e outros 10 milhões fatais poderiam ser evitados a cada década no mundo todo.

REDUZ ESTRESSE
Melhor que maracujá, se bobear. Lá na Suíça, um país de total perdição para chocólatras, pesquisadores convidaram pessoas que, segundo elas mesmas, eram altamente estressadas para comer 40 gramas de chocolate amargo por dia. O nível de cortisol delas ao final da experiência diminuiu significativamente. De acordo com o estudo, o chocolate modificou o metabolismo dos voluntários e, por isso, o houve uma “normalização dos sinais sistêmicos de estresse”.

FAZ VOCÊ EMAGRECER
E o melhor de tudo é que essa felicidade não acaba na hora de encarar a balança! Pesquisadores da Universidade da Califórnia analisaram a dieta e o índice de massa corporal de 2 mil pessoas. Quem comia chocolate regularmente, ainda que com moderação, era mais magro do que aqueles que nunca comiam o doce.
Fora que ainda contem pedaços de baratas – em média 8 pedacinhos delas em uma barra de chocolate. Bracinhos, asas… Hummm. Ah, não, péra…  Isso não é bom, não.




   Fonte: Carol Castro/Superinteressante
 

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Fábricas da Morte!

 

 Há exatos 70 anos atrás, o mundo descobriu o que os nazistas foram capazes de fazer com pessoas que eles consideravam como sendo inferiores. Ciganos, pessoas que faziam parte das Testemunhas de Jeová e principalmente judeus foram dizimados aos milhares nas "Fábricas da Morte", que eram campos de extermínios construidos na Europa, mais precisamente na Polônia.
  
   O Campo de Concentração de Aushwitz ficou conhecido por ser o local de extermínio dos judeus praticado pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.

 

Desde o momento em que Adolf Hitler assumiu a liderança política da Alemanha, o Reich começou a proclamar a necessidade de se exterminar alguns grupos indesejáveis da sociedade alemã para que o país pudesse se recuperar das humilhações sofridas após a Primeira Guerra Mundial e das consequências da crise econômica de 1929.

 O momento era muito crítico na Alemanha dos anos 1930, os alemães viram em Hitler a esperança de uma recuperação da nação e depositaram nele toda a confiança. De fato, Adolf Hitler conseguiu reerguer a Alemanha, tirando-a do cenário catastrófico que se encontrava, mas sempre apresentando uma postura radical.
 

Em 1939, a renascida Alemanha, sob o comando de Adolf Hitler, rompeu de vez o clima de instabilidade presente na Europa e uma nova guerra mundial teve início. Desta vez, as implicações da guerra seriam muito maiores e mais abrangentes que a primeira.

 A partir de 1940, os alemães começaram a construir instalações que serviriam como campos de concentração e de extermínio de inimigos e grupos indesejáveis da sociedade. Estas instalações foram construídas nas terras polonesas ocupadas pelos alemães, foram três os campos principais auxiliados por mais trinta e nove. Localizavam-se nas cidades de Auschwitz e Birkenau, próximas da capital polonesa Cracóvia.


Os Campos de Concentração de Auschwitz, ou Auschwitz-Birkenau para ser mais completo, tornaram-se símbolos do Holocausto causado pelos nazistas durante a Segunda Guerra. Mas esses campos não foram criados somente para exterminar pessoas, suas funções se dividiam entre os três principais campos que recebiam o auxílio dos outros trinta e nove.

O campo de concentração Auschwitz I foi inaugurado no dia 20 de maio de 1940, foi o primeiro. Era o centro administrativo dos campos, é nele que se localiza a famosa placa com a frase “Arbeit Macht Frei” (O trabalho liberta). O campo serviu mais para utilização do trabalho forçado dos prisioneiros, mas foi nele que os nazistas testaram a primeira câmara de gás.

 O teste inicial com o gás Zyklon B matou 850 prisioneiros polacos e russos, em setembro de 1941. A experiência foi considerada um sucesso e utilizada no campo em 1941 e 1942, além de serem construídas câmaras também em outros campos. De todos os prisioneiros que passaram por Auschwitz I, apenas 300 conseguiram fugir. Por outro lado, aproximadamente 70 mil prisioneiros polacos e soviéticos morreram neste campo.




forno crematório.

 O campo de concentração Auschwitz II, construído em Birkenau em 1941 localizava-se a apenas 3 Km de Auschwitz I. O objetivo principal do novo campo era efetivamente o do extermínio. É este o campo mais conhecido pelas pessoas e onde mais se matou pessoas.

 Era equipado com quatro crematórios e câmaras de gás, as quais podiam receber, cada uma, cerca de 2.500 pessoas por vez. As mortes em grande quantidade começaram a acontecer no ano de 1942, em Auschwitz II morreram aproximadamente um milhão de judeus e 19 mil ciganos.

Já o campo de concentração Auschwitz III, o terceiro entre os três principais, fui utilizado especialmente para trabalho escravo pela empresa IG Farben. Iniciou suas atividades em 1942.
Os demais trinta e nove campos auxiliares eram relacionados à indústria alemã para produção militar, metalúrgica e mineradora.

Todos os campos de concentração eram controlados e dirigidos pela SS, sob o comando de Heinrich Himmler. Aproximadamente 7.300 membros da SS trabalharam nos campos de concentração.

 Quando o final da guerra se aproximou, os nazistas destruíram as câmaras de gás em Birkenau, em novembro de 1944, e no ano seguinte começaram a evacuar os campos, tudo para esconder o que acontecia nas instalações dos campos de concentração. Em 27 de janeiro de 1945, o exército dos soviéticos liberou ainda cerca de 7.500 prisioneiros.

Infelizmente, o Mundo parece que não aprendeu com esses exemplos negativos, porque ainda hoje muitos grupos continuam a fazer o mesmo com outros seres humanos que são considerados inferiores, como acontece no Oriente Médio, principalmente na Siria, onde o Estado Islãmico extermina populações inteiras com a maior crueldade que se possa imaginar.alegando que estão fazendo a vontade de Deus!





Fontes:   
Por Antonio Gasparetto Junior










































segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Retorno a um amor!



 Olho para dentro de mim mesmo
E vejo um outro ser diferente,
Um ser  que ainda ama,
Um ser que ainda sente desejo
por essa alma feminina.
Um ser que ainda se compadece
e esmorece ao ver o sofrimento.

Olho ao redor de mim e ainda
Vejo a figura bela da tua aparência
E sinto a fragrância do teu belo
Corpo que muitas vezes foi envolvido
pelos meus braços e minhas mãos!

E cada vez mais sinto tua ausência de mim.
Sinto que preciso imensamente do teu ser,
Sinto que se não tocar teus lábios com os meus
Vou morrer aos poucos, uma morte lenta,
E muito dolorosa. Sim - a falta do teu amor
Me fará definhar cada vez mais... mais e mais.

Volte para me ver e matar minha saudade!
Volte para que eu possa continuar a viver
Volte para que eu possa retornar ao mundo
Belo e envolvente que tu me proporcionas!
Volte para que possamos nos amar novamente
E para que o mundo possa nos ver como dois
Seres que exalam o mais profundo e belo amor
Já demonstrado antes!
Eu ainda te amo muito!



By Eliezer

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Inteligência Artificial - Ameaça à Humanidade?




Stephen Hawking, um dos mais proeminentes cientistas do mundo, disse que os esforços para criar máquinas pensantes é uma ameaça à existência humana.


"O desenvolvimento da inteligência artificial total poderia significar o fim da raça humana", afirmou.
Hawking fez a advertência ao responder uma pergunta sobre os avanços na tecnologia que ele próprio usa para se comunicar, a qual envolve uma forma básica de inteligência artificial.

O físico britânico, que sofre de esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença degenerativa, está usando um novo sistema desenvolvido pela empresa Intel para se comunicar.

Especialistas da empresa britânica Swiftkey também participaram da criação do sistema. Sua tecnologia, já empregada como um aplicativo para teclados de smartphones, "aprende" a forma como Hawking pensa e sugere palavras que ele pode querer usar em seguida.



Hawking diz que as formas primitivas de inteligência artificial desenvolvidas até agora têm se mostrado muito úteis, mas ele teme eventuais consequências de se criar máquinas que sejam equivalentes ou superiores aos humanos.

"(Essas máquinas) avançariam por conta própria e se reprojetariam em ritmo sempre crescente", afirmou. "Os humanos, limitados pela evolução biológica lenta, não conseguiriam competir e seriam desbancados."

'No comando'
Nem todos os cientistas, porém, compartilham da visão negativa de Hawking sobre a inteligência artificial.

"Acredito que continuaremos no comando da tecnologia por um período razoável de tempo, e o potencial dela de resolver muitos dos problemas globais será concretizado", opinou o especialista em inteligência artificial Rollo Carpenter, criador do Cleverbot, cujo software aprende a imitar conversas humanas com crescente eficácia.

Carpenter disse que ainda estamos longe de ter o conhecimento de computação ou de algoritmos necessário para alcançar a inteligência artificial plena, mas acredita que isso acontecerá nas próximas décadas.

"Não podemos saber exatamente o que acontecerá se uma máquina superar nossa inteligência, então não sabemos se ela nos ajudará para sempre ou se nos jogará para escanteio e nos destruirá", disse Carpenter, que apesar disso vê o cenário como otimismo por acreditar que a inteligência artificial será uma força positiva.

Ao mesmo tempo, Hawking não está sozinho em seu temor.
No curto prazo, há preocupação quanto à eliminação de milhões de postos de trabalho por conta de máquinas capazes de realizar tarefas humanas; mas líderes de empresas de alta tecnologia, como Elon Musk, da fabricante de foguetes espaciais Space X, acreditam que, a longo prazo, a inteligência artificial se torne "nossa maior ameaça existencial".

Voz
 Hawking também alertou para os perigos da internet, citando o argumento usado por centros de inteligência britânicos de que a rede estaria se tornando "um centro de comando para terroristas".

Mas o cientista se disse entusiasta de todas as tecnologias de comunicação e espera conseguir escrever com mais rapidez usando o seu novo sistema.

Um aspecto tecnológico que não mudou no sistema é a voz robotizada que externaliza os pensamentos de Hawking. Mas o cientista diz que não faz questão de ter uma voz que soe natural.
"(A voz robótica) se tornou minha marca registrada, e não a trocaria por uma mais natural com sotaque britânico", disse. "Ouvi dizer que crianças que precisam de vozes computadorizadas querem uma igual à minha."




Fonte: BBC Brasil



terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Os Feios Não Têm Vez No Brasil!



Com mais de quatro décadas de apoio à população de rua do centro de São Paulo e pelo menos duas circulando pela Cracolândia, a assistente social Tina Galvão, de 71 anos, está preocupada: "A exposição dessa modelo só traz mais revolta e frustração para os demais, que vão continuar invisíveis".

Para Tina, "a figura da Loemy não traz reflexão sobre o resto da Cracolândia. Lá circula gente feia, pobre, desdentada. A estes, que também precisam de ajuda, fica a sensação de que não merecem atenção."

Tina, que conhece boa parte dos usuários pelo nome e costuma ser recebida com abraços em visitas semanais ao local, se refere à ex-modelo viciada em crack que ganhou fama após ser capa da revista Veja São Paulo no último fim de semana.

Uma fotomontagem que espelha o rosto de Loemy Marques nos tempos de passarela com suas feições atuais, marcadas pelo uso da droga, foi reproduzida em sites, jornais e na televisão. Programas vespertinos dedicaram horas ao tema - um deles, no próximo domingo, promete custear sua internação em uma edição especial sobre a trajetória da moça.

A repercussão causou frisson nas redes sociais. De um lado, elogios e torcida pela "jovem-símbolo" da degradação causada pela droga, "que também pode vitimizar a classe média". Alguns apontam que o destaque conseguido na mídia pela história da ex-modelo tem o aspecto positivo de aumentar a conscientização da população para as condições enfrentadas pelos dependentes de crack em São Paulo.

Por outro lado, circulam críticas à escolha da "loira magra, de 1,79 metro de altura e olhos verdes", nas palavras da revista, em detrimento da maioria - que em geral não atende aos padrões tradicionais de beleza.

A assistente social concorda com a última opção.
"Acho tudo isso cruel. Com ela (Loemy) e com os outros", diz. "Você passa anos invisível e, de um dia para o outro, é disputada por camarins e holofotes. Programas de televisão trazem deslumbramento, mas não oferecem estrutura para quem está doente."

Holofotes
Tina ficou conhecida pela população de rua nos anos 1970, quando se mudou de Jaú, interior de São Paulo, para a capital. Desde então, trabalhou com diferentes grupos que vivem em situação de vulnerabilidade na região central.

Primeiro, se aproximou de pessoas que dormiam em praças e sob viadutos. Depois, na antiga Febem (Fundação Estadual para o Bem Estar do Menor), ofereceu apoio a menores acusados de delitos e suas famílias. Mais tarde, dedicou-se às travestis e prostitutas expostas à violência e aos riscos do recém-chegado HIV. Nos anos 1990, conheceu o cotidiano dos usuários de crack da alameda Cleveland - onde até hoje eles se reúnem.

A assistente social ganhou fama no ano passado graças à "terapia do abraço" que implantou na região frequentada pelos craqueiros.

Em passeios noturnos, sozinha, ela passa horas conversando com os usuários e agindo como ponte entre suas demandas e o poder público. Tudo sempre depois de um longo abraço - ela considera o gesto importante para mostrar que "a conversa é de igual para igual".

Nos últimos 40 anos, Tina Galvão trabalhou com mendigos, menores infratores, travestis, prostitutas e usuários de crack
Tina, que diz conhecer a ex-modelo "de vista", afirma temer pelo dia em que "os holofotes se apagarem".

"Já vi casos parecidos: a família descobre o parente, leva o cara para uma clínica particular com tudo do bom e do melhor, mas não quer saber que tipo de terapia o usuário prefere encarar. Em todos, a pessoa voltou para a rua depois. Quando não parte do usuário, a droga costuma vencer. Por isso o meu lema: quem pita é quem apita."

Uma pesquisa feita pela fundação Oswaldo Cruz com usuários de crack de todos os estados do país e no Distrito Federal endossa a opinião de Tina. O estudo, divulgado neste ano, indica que menos de 5% dos entrevistados completam seus tratamentos contra a dependência.



Fonte: BBC Brasil

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Herbert Richers - O Pai da Dublagem Brasileira!





 Herbert Richers foi o cara que fundou, em 1950, o principal estúdio de produção e dublagem de filmes da América Latina.

Conversando com o próprio Walt Disney (Herbert era bem relacionado), ele teve a ideia de dublar filmes estrangeiros, já que naquela época os brasileiros tinham o estranho hábito de só dublarem a própria voz.

 Em seus 60 anos de funcionamento, o estúdio foi responsável pela produção de quase 80 filmes. E ainda lançou Renato Aragão no cinema.

 As versões brasileiras de novelas mexicanas como  A Usurpadora, apesar de terem o anúncio (VERSÃO BRASILEIRA HERBERT RICHERS) proibido por Sílvio Santos, também foram obra do magnata, responsável pela tradução de aproximadamente 4.000 produtos – filmes, novelas, minisséries e desenhos.

O super-homem da dublagem chegou a deter, nos tempos áureos, entre 90% e 100% de tudo o que ia para os cinemas no país.

Mas o bordão está em extinção. Isso porque após a morte do dono em 2009 e a falência da empresa em 2012,  o prédio foi – pasme – atingido por um incêndio que destruiu todos os originais.

 Ainda bem que antes do final derradeiro o senhor das dublagens ainda teve tempo de confiar ao jornalista Gonçalo Junior a sua biografia: Versão Brasileira Herbert Richers, lançada em maio deste ano.

E quem faz o anúncio de “versão brasileira Herbert Richers” antes de cada episódio do seu desenho favorito? Segundo Gonçalo, não é a mesma pessoa toda vez. Cada época teve o seu dublador, geralmente um diretor que assumia a função depois de uma longa carreira na empresa.

Curiosidade: na virada de ano de 1959, quando saiu para pescar na Baía de Guanabara, Herbert viu um avião caindo. Como era medalista do Campeonato  Sulamericano de nado e treinava frequentemente com Roberto Marinho – sim, o dono da Rede Globo – se atirou na água e conseguiu resgatar oito pessoas, inclusive duas irmãs gêmeas.

Herbert Richers faleceu aos 86 anos no Rio de Janeiro em 2009.



Fonte.  Superinteressante