Pra variar, o sistema operacional Windows 7, é bem mais caro aqui no Brasil. Estamos perdendo até mesmo para a China. Pelo menos, é o que nos informa Mauricio Grego da Revista Info.
O Windows 7 chega carregado de elogios também no Brasil. Mas, nas opções de compra e nos preços, o brasileiro está em desvantagem.
Segue, abaixo, uma lista de seis diferenças entre a forma como o Windows 7 é vendido no Brasil e em outros países, destacando as ofertas que não chegaram ao nosso país.
Pré-venda
A Microsoft vendeu um milhão de cópias do Windows 7 por preço promocional durante a fase de pré-lançamento. A edição Home Premium, por exemplo, custava 49 dólares nos Estados Unidos, o equivalente a 85 reais. Na Europa, o preço era 49 euros. Houve promoções similares em vários países, mas não no Brasil.
Estudantes
Nos Estados Unidos, estudantes podem comprar o Windows 7 Home Premium ou Professional pelo equivalente a 52 reais. Para isso, a exigência básica é ter um endereço de e-mail com terminação .edu. Essa oferta vale até 3 de janeiro. Há outras similares em países como Reino Unido, Austrália, Canadá, França, Alemanha, Coreia e México, mas não no Brasil. A Microsoft tem um programa de vendas a universidades aqui, mas ele é bastante mais restrito.
Preço de listaNa China, o Windows 7 Home Basic custa o equivalente a 102 reais. No Brasil, o valor de lista é 329 reais, mais de três vezes o preço chinês. Além disso, qualquer que seja a edição do Windows 7, o preço brasileiro é sempre superior ao cobrado nos Estados Unidos.
PC + Desconto
Em 14 países, quem compra um computador com Windows 7 ganha um desconto para adquirir também uma cópia avulsa do sistema operacional. A idéia é que, se a pessoa tiver outro micro, ela use essa segunda cópia para atualizá-lo. Essa oferta vale até 2 de janeiro. Como você já deve ter imaginado, o Brasil não está entre esses 14 países.
Pacote familiar
O pacote com três licenças do Windows 7 Home Premium vai custar, nos Estados Unidos, o equivalente a 261 reais. Esse pacote existe também em outros países, mas não no Brasil, onde as mesmas três licenças custam 1.197 reais. Dá para comprar 12 licenças nos Estados Unidos e ainda sobra troco.
Anytime Upgrade
Essa opção, disponível em 13 países, permite passar de uma edição mais simples a uma mais completa por um preço reduzido. Alguém que tenha Windows 7 Starter nos Estados Unidos, por exemplo, pode mudar para o Home Premium pelo equivalente a 139 reais. O Brasil não está entre esses 13 países. Assim, um brasileiro que queira fazer o mesmo upgrade gastará 399 reais na cópia completa do Home Premium, quase três vezes mais.
Agora fica uma pergunta? Por que aqui no Brasil tudo tem que ser mais caro?
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Meteorito cai do céu e quase mata homem!
O médico Frank Ciampi trabalhava em seu escritório, em Lorton, nos Estados Unidos, quando ouviu um estrondo. Quando olhou para o lado, viu três pedaços de uma pedra no chão.
Um meteorito despencou do céu sobre seu escritório, danificando o telhado. Mesmo assim, Ciampi deve se considerar um cara de sorte. Por apenas três metros de distância, a pedra não acerta sua cabeça.
O médico trabalha nesta casa há 18 anos e nunca viu nada parecido.
- Eu estava mexendo em uns papéis. Era por volta das 17h30, quando ouvi um barulhão. Parecia uma pequena explosão ou algo assim. Achei que era o pedaço de alguma aeronave que tinha caído no meu escritório.
Se o meteorito tivesse caído algumas horas antes, poderia ter até matado algum paciente de Ciampi.
- Graças a Deus ninguém se feriu.
De acordo com a cientista Cari Corrigan, o médico pode nunca ter visto algo assim na vida, mas a queda de meteoritos do tamanho de uma bola de tênis é comum.
- Somos bombardeados por coisas deste tipo o tempo todo.
Um meteorito despencou do céu sobre seu escritório, danificando o telhado. Mesmo assim, Ciampi deve se considerar um cara de sorte. Por apenas três metros de distância, a pedra não acerta sua cabeça.
O médico trabalha nesta casa há 18 anos e nunca viu nada parecido.
- Eu estava mexendo em uns papéis. Era por volta das 17h30, quando ouvi um barulhão. Parecia uma pequena explosão ou algo assim. Achei que era o pedaço de alguma aeronave que tinha caído no meu escritório.
Se o meteorito tivesse caído algumas horas antes, poderia ter até matado algum paciente de Ciampi.
- Graças a Deus ninguém se feriu.
De acordo com a cientista Cari Corrigan, o médico pode nunca ter visto algo assim na vida, mas a queda de meteoritos do tamanho de uma bola de tênis é comum.
- Somos bombardeados por coisas deste tipo o tempo todo.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Mudanças no Clima!
Nosso clima realmente está mudando! E quando se fala em mudança, se fala em mudança para pior.
Todos os dias estamos sendo bombardeados por noticias de todos os lados de catástrofes naturais, como enchentes, furacões, tsunamis e terremotos, geleiras que estão derretendo e etc.
Não precisamos nem dizer que o principal responsável por tais mudanças é o homem. Com crescente desmatamentos, poluição geral do meio ambiente, uso indiscriminado dos recursos naturais, o homem está acabando com o nosso planeta. Dê uma olhada no link abaixo e veja o que o Greenpeace fala a esse respeito.http://www.greenpeace.org.br/clima/filme/home/
Todos os dias estamos sendo bombardeados por noticias de todos os lados de catástrofes naturais, como enchentes, furacões, tsunamis e terremotos, geleiras que estão derretendo e etc.
Não precisamos nem dizer que o principal responsável por tais mudanças é o homem. Com crescente desmatamentos, poluição geral do meio ambiente, uso indiscriminado dos recursos naturais, o homem está acabando com o nosso planeta. Dê uma olhada no link abaixo e veja o que o Greenpeace fala a esse respeito.http://www.greenpeace.org.br/clima/filme/home/
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
O máximo da barbárie!
A BBC veiculou uma noticia que realmente mostra que o ser humano, quando quer, se mostra pior que os animais. Leia abaixo e tire suas próprias conclusões:
Três menores de idade estão sendo indiciados como adultos por agredir e estuprar uma menina de 15 anos em uma escola no Estado americano da Califórnia, em um caso que chocou a cidade de Richmond.
Os jovens de 15, 16 e 17 anos foram acusados formalmente nesta quarta-feira e podem pegar até prisão perpétua, se considerados culpados, segundo informações do jornal San Francisco Chronicle.
O caso chocou os americanos pela brutalidade. A menina teria sido estuprada por até dez jovens durante uma festa na escola Richmond High School, na cidade de Richmond, próxima a San Francisco.
Além de abusada sexualmente, ela foi agredida e roubada. Alguns dos agressores tiraram fotos com telefone celular.
Passeata
Segundo relatos, dezenas de pessoas testemunharam o estupro, que aconteceu no final de semana passado, e não fizeram nada para ajudar a jovem. A polícia só foi informada depois que uma mulher ouviu dois jovens comentarem, aos risos, o estupro.
A polícia encontrou a vítima em uma mesa de piquenique no lado de fora da escola. Ela ainda está internada no hospital, mas sem ferimentos graves.
Outros dois envolvidos – de 19 e 21 anos – também foram detidos. Um deles já foi indiciado, segundo o San Francisco Chronicle. As autoridades ofereceram até US$ 20 mil por informações que ajudem a incriminar os envolvidos.
Na quarta-feira, cerca de 200 estudantes, professores e líderes comunitários fizeram uma passeata em frente à escola para protestar contra a violência. Algumas alunas já pediram transferência da escola devido ao caso.
O policial que cuida do caso disse que está horrorizado.
"Isso foi um ato bárbaro", disse Mark Gagan. "Eu ainda não consigo entender que várias pessoas viram, abandonaram o local ou participaram da agressão. É um dos casos mais perturbadores em meus 15 anos como policial."
A polícia ainda está tentando determinar com precisão quantas pessoas participaram do estupro
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Estamos Sozinhos?
A chance de vida em outras regiões do universo aumenta o fascínio da descoberta de novos planetas.
300 anos antes de Cristo, na Grécia antiga, dois grandes filósofos de renome se colocavam em lados contrários quando o assunto em questão era a existência de outros mundos. Aristóteles argumentava que nosso planeta era único e, portanto, o centro do universo. Epicuro afirmava que o cosmo era infinito e capaz de conter uma quantidade ilimitada de mundos. A ciência se encarregou de dar razão a Epicuro. Na semana passada, um grupo de astrônomos dos Estados Unidos anunciou ter descoberto o primeiro sistema planetário numa região do universo diferente da habitada pelo Sol e seus nove planetas. Situado na própria Via Láctea, ele é formado pela estrela Upsilon Andrômeda e três planetas gigantescos. O primeiro deles é 238 vezes maior do que a Terra e rodopia como um pião enlouquecido ao redor de sua estrela. Sua órbita é tão próxima à fornalha de Upsilon Andrômeda que, nesse planeta, o ano equivale a apenas quatro dias terrestres. É o tempo que ele demora para dar uma volta completa em torno da estrela. Os outros dois têm dimensões colossais, muito maiores que as de todos os planetas do sistema solar juntos. "Essa descoberta abre uma nova era na exploração espacial", disse o astrônomo Geoffrey Marcy, professor da Universidade Estadual de San Francisco e um dos responsáveis pela novidade.
A identificação de novos planetas fora do sistema solar é uma das fronteiras mais fascinantes da ciência neste final de milênio. Vários deles foram observados nos últimos anos, mas até agora nenhum revelou características semelhantes às da Terra, que pudessem abrigar formas de vida. Isso não significa que não existam. "Nossos aparelhos não têm a capacidade de detectar planetas tão pequenos, mas é bastante provável que eles existam em vários outros sistemas planetários", afirma o astrônomo Peter Nisenson, do Centro de Astrofísica da Universidade Harvard. É difícil imaginar que a Via Láctea, com um número estimado de 200 bilhões de estrelas, seja apenas um deserto cósmico, no qual a humanidade vive em abissal solidão.
"A descoberta dos novos planetas levanta sérias questões a respeito de nosso lugar no universo", observa o astrônomo Marcy.
E se houvesse vida em outros planetas? Será que o homem não levaria o seu "senso de destruição"junto com ele e esgotaria todos os seus recursos naturais assim como ele está fazendo com a terra? Não seria melhor o homem resolver seus problemas em seu próprio habitat primeiro, para depois buscar vida em outros planetas?
300 anos antes de Cristo, na Grécia antiga, dois grandes filósofos de renome se colocavam em lados contrários quando o assunto em questão era a existência de outros mundos. Aristóteles argumentava que nosso planeta era único e, portanto, o centro do universo. Epicuro afirmava que o cosmo era infinito e capaz de conter uma quantidade ilimitada de mundos. A ciência se encarregou de dar razão a Epicuro. Na semana passada, um grupo de astrônomos dos Estados Unidos anunciou ter descoberto o primeiro sistema planetário numa região do universo diferente da habitada pelo Sol e seus nove planetas. Situado na própria Via Láctea, ele é formado pela estrela Upsilon Andrômeda e três planetas gigantescos. O primeiro deles é 238 vezes maior do que a Terra e rodopia como um pião enlouquecido ao redor de sua estrela. Sua órbita é tão próxima à fornalha de Upsilon Andrômeda que, nesse planeta, o ano equivale a apenas quatro dias terrestres. É o tempo que ele demora para dar uma volta completa em torno da estrela. Os outros dois têm dimensões colossais, muito maiores que as de todos os planetas do sistema solar juntos. "Essa descoberta abre uma nova era na exploração espacial", disse o astrônomo Geoffrey Marcy, professor da Universidade Estadual de San Francisco e um dos responsáveis pela novidade.
A identificação de novos planetas fora do sistema solar é uma das fronteiras mais fascinantes da ciência neste final de milênio. Vários deles foram observados nos últimos anos, mas até agora nenhum revelou características semelhantes às da Terra, que pudessem abrigar formas de vida. Isso não significa que não existam. "Nossos aparelhos não têm a capacidade de detectar planetas tão pequenos, mas é bastante provável que eles existam em vários outros sistemas planetários", afirma o astrônomo Peter Nisenson, do Centro de Astrofísica da Universidade Harvard. É difícil imaginar que a Via Láctea, com um número estimado de 200 bilhões de estrelas, seja apenas um deserto cósmico, no qual a humanidade vive em abissal solidão.
"A descoberta dos novos planetas levanta sérias questões a respeito de nosso lugar no universo", observa o astrônomo Marcy.
E se houvesse vida em outros planetas? Será que o homem não levaria o seu "senso de destruição"junto com ele e esgotaria todos os seus recursos naturais assim como ele está fazendo com a terra? Não seria melhor o homem resolver seus problemas em seu próprio habitat primeiro, para depois buscar vida em outros planetas?
Veja o Céu Noturno de Dentro de Seu Computador!
Você gosta de ficar olhando para o céu quando a noite está totalmente limpa? Gosta de ver o brilho das estrelas e ficar se questionando quão pequeninos nós somos em relação ao Universo Imenso? E que tal se você pudesse fazer tudo isso mesmo em dia de chuva? Ou mesmo estando dentro de casa, seja de noite ou de dia? Bem, agora você pode! Basta baixar para o seu computador o programa Stellarium. Para aqueles que gostam de Astronomia, e talvez não tenham um computador potente, é um excelente software. É leve e fácil de usar! Entrem no site da Revista Info no link abaixo e façam o download agora mesmo! É freeware!
http://info.abril.com.br/downloads/stellarium
domingo, 10 de janeiro de 2010
Fim do Mundo??!!
Explosão no espaço pode ameaçar vida no Planeta Terra!
Cientistas identificaram uma estrela a 3.260 anos luz da Terra que pode se transformar em uma supernova e, nesse caso, ameaçar a camada de ozônio do planeta tornando-o inabitável.
Os astrônomos americanos que identificaram a “bomba relógio” a partir de imagens do telescópio Hubble anunciaram a descoberta na reunião da Sociedade Americana Astronômica (AAS, na sigla em inglês), nesta semana, em Washington DC.
De acordo com o astrônomo Edward Sion, da Villanova University, na Filadélfia, a estrela T Pyxidis parece destinada a explodir com força para se transformar em uma supernova – corpos celestes que surgem depois de explosões de estrelas com mais de 10 massas solares.
A esta distância, dizem os astrônomos, a explosão com força estimada de 20 bilhões de bilhões de bilhões de megatons de TNT poderia destruir a camada de ozônio da Terra, deixando o planeta vulnerável a radiações.
A estrela já apresentou explosões menores no passado, em intervalos constantes de aproximadamente 20 anos, em 1890, 1902, 1920, 1944 e 1967. Mas a estrela não apresenta explosões há 44 anos, e os astrônomos não sabem a explicação.
Um novo estudo usando informações do satélite International Ultraviolet Explorer mostrou que a T Pyxidis está muito mais próxima da Terra do que se imaginava e que se trata, na verdade, de um sistema com duas estrelas em que uma delas atua como sol, e a outra, menor e mais densa, como anã branca.
A anã branca está ganhando massa com o gás vindo da estrela vizinha. Se sua massa ultrapassar 1,4 vezes a massa do sol – o chamado Limite de Chandresekhar – ela está destinada à sofrer uma poderosa explosão termonuclear que a destruiria e que poderia afetar também a Terra.O evento, chamado supernova Tipo Ia, liberaria 10 milhões de vezes mais energia do que a explosão de uma nova (quando estrelas comuns chegam ao fim de sua vida útil), que dá origem às anãs brancas.
As explosões que originam novas são muito mais comuns no universo do que as que originam as supernovas.
Segundo os astrônomos responsáveis pelo estudo, as imagens do Hubble mostram que a T Pyxidis parece destinada a virar uma supernova.
Mas apesar do risco, os astrônomos afirmam que não motivo para pânico, já que a estrela só deve chegar ao limite de Chandresekhar – provocando a massiva explosão – em 10 milhões de anos. Ufa!!!
(notícia veiculada pela BBC)
Cientistas identificaram uma estrela a 3.260 anos luz da Terra que pode se transformar em uma supernova e, nesse caso, ameaçar a camada de ozônio do planeta tornando-o inabitável.
Os astrônomos americanos que identificaram a “bomba relógio” a partir de imagens do telescópio Hubble anunciaram a descoberta na reunião da Sociedade Americana Astronômica (AAS, na sigla em inglês), nesta semana, em Washington DC.
De acordo com o astrônomo Edward Sion, da Villanova University, na Filadélfia, a estrela T Pyxidis parece destinada a explodir com força para se transformar em uma supernova – corpos celestes que surgem depois de explosões de estrelas com mais de 10 massas solares.
A esta distância, dizem os astrônomos, a explosão com força estimada de 20 bilhões de bilhões de bilhões de megatons de TNT poderia destruir a camada de ozônio da Terra, deixando o planeta vulnerável a radiações.
A estrela já apresentou explosões menores no passado, em intervalos constantes de aproximadamente 20 anos, em 1890, 1902, 1920, 1944 e 1967. Mas a estrela não apresenta explosões há 44 anos, e os astrônomos não sabem a explicação.
Um novo estudo usando informações do satélite International Ultraviolet Explorer mostrou que a T Pyxidis está muito mais próxima da Terra do que se imaginava e que se trata, na verdade, de um sistema com duas estrelas em que uma delas atua como sol, e a outra, menor e mais densa, como anã branca.
A anã branca está ganhando massa com o gás vindo da estrela vizinha. Se sua massa ultrapassar 1,4 vezes a massa do sol – o chamado Limite de Chandresekhar – ela está destinada à sofrer uma poderosa explosão termonuclear que a destruiria e que poderia afetar também a Terra.O evento, chamado supernova Tipo Ia, liberaria 10 milhões de vezes mais energia do que a explosão de uma nova (quando estrelas comuns chegam ao fim de sua vida útil), que dá origem às anãs brancas.
As explosões que originam novas são muito mais comuns no universo do que as que originam as supernovas.
Segundo os astrônomos responsáveis pelo estudo, as imagens do Hubble mostram que a T Pyxidis parece destinada a virar uma supernova.
Mas apesar do risco, os astrônomos afirmam que não motivo para pânico, já que a estrela só deve chegar ao limite de Chandresekhar – provocando a massiva explosão – em 10 milhões de anos. Ufa!!!
(notícia veiculada pela BBC)
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